sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Projeto Afro Brasileira - MDA


PROJETO AFRO-BRASILEIRO-"NOSSAS RAÍZES
ESCOLA MÁRIO DAVID ANDREAZZA
COORDENAÇÃO GERAL PROFESSORA DOLORES EM MEMORIA (28/10/2012)

Em decorrência da falta de conhecimento e desvalorização da raça negra que foi responsável pela etnia brasileira, o Ministério da Educação e Governo Federal, vem instituindo e implementando um conjunto de medidas e ações com o objetivo de corrigir injustiças, eliminar discriminações e promover a inclusão social e a cidadania para todos no sistema educacional brasileiro. Uma vez que no Brasil mais de 50% da população é afro-descendente, negligenciar suas contribuições culturais é ignorar a identidade brasileira, estas contribuições estão presentes na culinária, na música, nas festas, na religiosidade, nos aspectos físicos e no vocabulário.
O objetivo do projeto é reconhecer e valorizar as contribuições do negro na formação étnica, cultural política, econômica e religiosa do povo brasileiro.
Sua culminância ocorreu com participação da comunidade escolar e local, e durante o desenvolvimento do projeto os estudantes utilizaram todas tecnologias disponíveis na escola.
Postamos algumas fotos para visualização.










domingo, 21 de outubro de 2012

Conceito de currículo

Atividade 3.5 - Conceito de currículo e o processo de integração de tecnologias ao currículo

Vejo o currículo como toda ação desenvolvida no espaço escolar ou em outro local que levem os estudantes a construir conhecimento na interação com pessoas e objetos do conhecimento. E assim possam de forma consciente modificar a sociedade, onde o mais importante é a coletividade e não a individualidade. Para tanto o uso das novas tecnologias devem ser aprimorados evitando a injustiça e exclusão social das pessoas. 

Correio Divertido


Atividade 3.3 - Projetos de trabalho em sala de aula com a integração de tecnologias ao currículo

PÚBLICO-ALVO

3º e 4º anos

TEMA
Leitura e escrita

TÍTULO
Correio Divertido

OBETIVO GERAL
ü  Valorizar, exercitar e estimular o uso adequado da língua portuguesa sob todas as formas de comunicação.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

ü  Incentivar a leitura e escrita;
ü  Despertar o uso do dicionário como fonte de pesquisa;
ü  Promover a interação e comunicação entre a comunidade escolar;
ü  Possibilitar a utilização das diversas formas de linguagem oral e escrita;
ü  Fazer a codificação através da leitura de imagens;
ü  Fazer intervenção nas diversas formas de linguagem utilizada no dia a dia.

METODOLOGIA:
ü  Troca de correspondência entre a comunidade escolar;
ü  Escolha do aluno que será o carteiro, onde será observado critérios estabelecidos com as turmas;
ü  Seleção de algumas correspondências para ser trabalhada coletivamente a leitura, escrita, ortografia, gramática;
ü  Concurso para a escolha do selo que será utilizada nas correspondências;
ü  ­Escolha do ambiente físico para funcionamento do correio;
ü  Confecção de uniforme que será utilizado pelo carteiro;
ü  Confecção de cartazes sobre a profissão de carteiro;
ü  Criação dos endereços por turma.

INTEGRAÇÃO DAS MÍDIAS:
ü  Material impresso
ü  Computador e internet
ü  CD e DVD
ü  Televisão
ü  Microfone
ü  Caixa amplificada
ü  Caixa do correio

RESULTADOS ESPERADOS:
Percebe-se atualmente que as crianças de 3º e 4º anos do ensino fundamental utilizam de maneira errônea  a linguagem oral e escrita, usando um linguajar informal.
Pretende-se então abordar e estimular o uso correto da linguagem formal incentivando os educadores a se tornarem futuros escritores e conseqüentemente bons leitores.
TEMPO PREVISTO:
Dois meses (um bimestre letivo)

AVALIAÇÃO:
Participação individual e coletiva, observação, assiduidade, disciplina, cooperação, pontualidade, responsabilidade, rendimento individual.

CULMINÂNCIA

Será realizada uma sexta cultural mensalmente para exposição do material produzido.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Pedagogia de projetos e integração de mídia Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ppm/tetxt5.htm . Acesso em 26/09/2005.
MATENCIO, Maria de Lourdes Meireles. Leitura, Produção de Textos e a Escola: Reflexões Sobre o Processo de Letramento. Campinas, SP: Ed. Autores Associados, 1994.
Internet - Sites diversos que contemplem o assunto.
Textos do curso Mídias Educacionais e Desenvolvimento de Competências Pedagógicas.

Conhecendo outras realidades


Atividade 3.2 Contextualizando a mudança - da teoria à prática

Objetivos específicos:
ü  Mostrar a importância de valorizar o que temos;
ü  Conhecer outras realidades de vidas;

Tema
Conhecendo outras realidades

Metodologia
Falar sobre a importância de valorizar as coisas que temos, enfatizando que há pessoas que não tem as mesmas oportunidades que nós e nem por isso deixam de viver.
Mostrar o vídeo da reportagem do “zé merenda”, reportagem que foi ao ar através do programa Fantástico da Rede Globo.
Abrir uma discussão com os estudantes sobre o vídeo, o que mais lhe chamou atenção, como vivem aquelas crianças que não tem estradas, energia, agua encanada etc...

Recursos
Computador, data show.

Avaliação
Ocorrerá de forma contínua, através de dialogo com os estudantes, momento que os mesmos poderão relatar sua perspectiva de vida a partir daquele vídeo.

Relato
A atividade foi surpreendente, mesmo os alunos sendo de famílias carentes, o vídeo mostrou para eles que existem pessoas em situações bem piores que a deles.
A atividade foi muito além do imaginei, pois houve um momento de reflexão, pois através desta atividade os estudantes analisaram seu comportamento diante de um não de seu pai quando pedem alguma coisa, e que a refeição que muitos rejeitam na escola para outros é o único alimento disponível, chegando a deixar de estudar por que falta merenda na escola.
Acredito que esta reportagem pode ser utilizada para diversos temas de aula, pois nos mostra a importância valorizamos o que temos, além de nos sensibilizar para solidariedade humana.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

DEFICIÊNCIA AUDITIVA

DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Há alguns anos atrás ser portador de uma deficiência eram motivos de rejeição, discriminação e preconceito e para muitos um castigo ou um atributo dado por Deus. Em conseqüência disso, não havia preocupação em organizar serviços para atendimento ao considerado “incapacitado”, ao “deficiente”.
As políticas públicas destinadas aos alunos portadores de necessidades educacionais especiais articularam um novo significado e uma forma particular de encarar a Educação Especial escolar em nível nacional, com discussões a respeito do entendimento desta proposta inclusiva, no seu verdadeiro sentido (integração escolar, inclusão e escola inclusiva), como nos mostra, conforme consta na Declaração de Salamanca:
A tendência da política social durante as duas últimas décadas foi a de fomentar a integração e a participação e de lutar contra a exclusão. A integração e a participação fazem parte essencial da dignidade humana e do gozo e exercício dos direitos humanos. No campo da educação, essa situação se reflete no desenvolvimento de estratégias que possibilitem uma autêntica igualdade de oportunidades (1997, p. 23).

A inclusão educacional não pode ser entendida como o simples ato da aceitação da matricula de um educando na escola regular.
A Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Afirma que: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações culturais”.
A simples aceitação das diferenças e a oportunidade de acesso à classe comum não determinam e nem contribuem de forma consistente para elaboração do projeto pedagógico e não asseguram a inclusão escolar dos alunos com acentuadas necessidades educacionais especiais. O processo de aprendizagem desses alunos requer modificações. Para isso, faz-se necessária uma análise crítica das relações interpessoais e intrapessoais vividas na escola; modificações espaço temporais, didático pedagógicas e organizacionais que garantam a promoção da aprendizagem e a adaptação desses alunos ao grupo.
É sabido que a Educação especial vem se tornando prioridade em nosso pais, desde a Constituição Federal de 1988, como também na Lei 9394/96 LDB, e nos pareceres e resoluções do Conselho Nacional de educação e pelos documentos elaborados pelo Ministério da Educação através da Secretaria de Educação Especial, em um desses documentos registra o conceito de Educação especial.
Modalidade da educação escolar. Processo educacional definido em uma proposta pedagógica, assegurando um conjunto de recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica. (PCN – Documento Adaptações Curriculares para Educação Especial, 2001, p. 21).

Sabe – se que a deficiencia não é um fenômeno de nossos dia, sempre existiram e existirão.
As pessoas com deficiências são tratadas com discriminação e preconceito em nossos dias, em quase todas as culturas.
É necessário desvincular a deficiência do conceito de doença, a formação do auto conceito da pessoa com deficiência pode ser prejudicada pelas experiências repetidas de insucesso e pelos efeitos do preconceito.
DEFICIÊNCIA AUDITIVA:
CONCEITO:
Perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala por meio do ouvido. Manifesta-se como:
• Surdez leve: de 16 a 40 dB.
• Surdez moderada: de 41 a 55 dB.
• Surdez acentuada: de 56 a 70 dB.
• Surdez severa: de 71 a 90 dB.
• Surdez profunda: acima de 91 dB.
CAUSAS:
Pré-natais, Perinatais e Pós-natais:
CARACTERÍSTICAS :
Dificuldade na pronúncia das palavras;
Preguiça ou desânimo;
Ausência de respostas aos chamados;
Inclinação da cabeça do aluno com o objetivo de ouvir melhor;
Utilização de palavras que apresentem inadequações ou erros para a faixa etária do aluno;
Desinteresse por atividades ou jogos em grupo;
Vergonha, retração, ou desconfiança excessivas;
Solicitações freqüentes de repetição do que foi dito;
Inadequação no volume de voz do discente.
PROCEDIMENTOS PEDAGÓGICOS :
Colocar o aluno surdo sentado na primeira fileira, afim de que ele possa fazer a leitura daquilo que está sendo dito, sem dificuldade;
Instruir sempre com o apoio de recursos visuais;
Promover a integração com os demais alunos em todas as atividades;
Falar sempre para a criança;
Explicar o significado de cada conceito e palavra nova que surgir no decorrer da aula;
Manter contato com professores especializados.
LIBRAS
É a sigla de Língua Brasileira de Sinais que é uma das muitas línguas de sinais que o mundo possui que utilizam a modalidade visual-gestual, e não oral auditiva como as línguas orais.
Visual-gestual, pois utiliza a visão para captar a mensagem e movimentos, principalmente das mãos, para transmiti-la. Esta língua, como todas as outras línguas sinalizadas, foi criada na comunidade surda e passada de geração em geração.
LINGUAGEM: Material lingüístico ou meio que uma pessoa utiliza para comunicar-se. Conjunto ordenado de palavras ou sinais que transmitem significados.
LÍNGUA: Modo de ordenar palavras ou sinais de um sistema convencionado.
Não é uma língua mundial;
Como a Língua Portuguesa, foi constituída a partir das relações sociais estabelecidas por um grupo, os surdos;
Canal de comunicação: VISUAL-GESTUAL;
Obedece aos traços culturais de sua comunidade;
Apresenta variações de comunicação;
Apresenta todas as características de uma Língua.
Percebe-se que, por muito tempo a política educacional para surdos ficou reduzida a uma questão de escolha da modalidade lingüística a ser implementada nos projetos escolares. Nos últimos anos, esse debate vem ampliando-se e assumindo uma complexidade a partir da enunciação de outras marcas da diferença surda estimuladas, principalmente, pela aproximação com o campo dos Estudos Culturais, da Pedagogia da Diferença e das produções vinculadas aos chamados Estudos Surdos que ganharam visibilidade na educação de surdos a partir do tensionamento dos movimentos sociais surdos, de suas lideranças e de pesquisadores da área, nos debates sobre os rumos das políticas educacionais, sociais e culturais desses grupos.
Portanto é possível integrar os portadores de necessidades auditivas com as novas mídias, e só através de investimentos pode-se verdadeiramente ter esta acessibilidade, dando um novo significado a aprendizagem destes alunos.

REFERÊNCIAS

BRASIL. CONSTITUIÇÃO 1998
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA e Linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, 1997.
FENEIS. Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos. Que Educação nós surdos queremos: Documento do Pré-Congresso — V Congresso Latino Americano de Educação Bilíngüe para Surdos. Porto Alegre/UFRGS: 1999.
LEI DE DIRETRIZES E BASE DA EDUCAÇÃO (LDB)- Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Documento Adaptações Curriculares para a Educação Especial. Brasília: MEC, Secretaria de Educação Especial, 2001.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Meu perfil

Sou Professor do Quadro efetivo do Governo de Roraima, prestando serviço na Escola Estadual Mário David Andreazza, exercendo a Função de Professor Comunitário do Programa Mais Educação.
Casado, 40 anos, dois filhos e muito Feliz, graças a Deus.